domingo, 20 de noviembre de 2011

Vestígios de Sangue

Uma presença ausente
Tropeçando em meus pulsar,
Pelo perfume que se sente
De uma tarde sem acabar...

Ainda morno, o ar pensante,
É um quadro de pétalas a voar;
Puro e ao sabor de sangue.
São vestígios que fazem suspirar

Agora olhar, sem saber para onde!
Nos rios congelados implorando borbulhar
Livremente, quentes, até a fonte
Da magia que faz o tempo parar...

No hay comentarios:

Publicar un comentario