viernes, 30 de septiembre de 2011

Você errou... Amigo.

Eu nunca te falaria.

Mil vezes falar sozinho,
com uma ou duas garrafas,
como faço agora.

Mas não, eu nunca confessaria.
Eu nunca extrapolaria
o limiar da egolatria.
Nunca suportaria
Ser uma semente definhada.

Mas o que então eu já sou?
Uma causa findada?

Eu prefiro deixar pistas
Encontre-me na sarjeta.
Enquanto mais à esquerda
Um coração agoniza

De fato não és uma antiga amizade
Nem a linfática cantiga de sinceridade
Mas sim o que causa essa saudade
É de pouca idade, essa sensibilidade

Uma nova paixão.

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