miércoles, 12 de octubre de 2011

Um pássaro que não voa

Onírico e tédio se misturam,
Meus olhos não fecham,
Mas estou num nível médio e turvo
Onde o óbvio se afrouxa.

Sua invisível imagem se aproxima,
Graciosamente evanesce.
Cai o véu do mundo, prostíbulo.
A socrática mente envaidece.

Despeça-se com um beijo ao menos
Antes de despedaçar o mundo que vejo.
Seja o antídoto destes venenos obscenos!
Ceife minhas asas em seu primeiro voejo!

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