domingo, 18 de septiembre de 2011

Amo (quase) todas.

De algumas delas está nos lábios, como se falassem, mesmo calados, coisas tão doces, daquelas que você deseja realmente ouvir, uma música composta só pra você.
Outras na delicadeza da pele que, de longe ou perto, são a mesma seda, às vezes alguma sardinha ou pintinha que aumenta o encanto.
Outras no olhar que desvia, que te olha como se fosse a última vez na vida, pois sabem que a chance não existe, e aquelas que se atrevem a ignorar.
Algumas têm no cabelo... Seja curto ou longo, encaracolado, moreno, liso, loiro, despenteado, preso, infinitas combinações que prendem como uma rede.
Algumas têm o corpo perfeito. Perfeito pra mim, altas, baixas, magras, gordas, esculturais.
Noutras está o andar, no jeito, no gesto, no sorriso.
Algumas têm no esquecimento, na solidão, pensando que ninguém as nota, mas eu estou lá. Eu estou lá para notar onde elas guardam essa capacidade mágica de me fazer apaixonar. Onde elas especialmente guardam e mostram sua essência feminina que captura meu coração, e espalha pelo mundo, como uma semente que voa sem rumo, sem controle. O único destino é apaixonar.

3 comentarios:

  1. Eu não sei o que dizer, mas você é um dos caras que abordou melhor o tema. Curti muito!

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  2. Como diria meu caro professor Nikola "as pessoas são belas, interessantes, é impossível não se interessar por todas. Patológico é se envolver com todas"

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  3. obrigadíssimo pelo comentário, inclusive.

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